É fácil sentir os outros, olhar para o outro, às vezes culpar os outros e não admitir que todos fazemos parte de todos, directa e indirectamente. Não podemos esquecer que somos comodistas e o nosso principal objectivo na vida deveria ser estar, estar plenamente, e estar bem, aconteça o que acontecer, gerir os assuntos de uma forma sempre simplificada para deixar fluir tudo o que se passa.
Para quê escolher então o caminho mais fácil?
Chore quando for preciso, sinta a tristeza como se fosse uma verdadeira lição da alegria, elas vão de mão dadas, e interagem em plenamente. Chorar é uma das emoções mais belas que já encontrei na minha vida. Vamos à tristeza por um tempo e depois voltamos à alegria, não queremos ficar na tristeza sempre.
Hoje pensei uma coisa absolutamente determinante, e que foi o motor absoluto deste texto que estou a escrever:
Por exemplo, temos medo das noites em branco, da loucura, da infidelidade do marido ou da mulher, da falta de trabalho, da falta de dinheiro, da fome no mundo, da pobreza, de sermos fracassados… Cá vai ele:
Todos esses medos devem ser vividos e exprimidos dentro de nós.
Aceite essa insónia, pode ser que por vezes o nosso corpo queira falar consigo próprio e não tenha mais nenhum momento para o fazer porque está todo o dia tão ocupado. A loucura faz parte de todos nós, aceite-a, sinta-a, pode ser que esse pormenor o faça ser diferente da maioria, não tenha medo, sinta, desfrute desse momento de loucura com prazer. Prazer, alegria, riso. A perda de um trabalho pode ser uma porta aberta para encontrar a sua verdadeira vocação, observe porquê, e como aconteceu, observe o que quer fazer a partir de esse momento, aproveite essa reviravolta para fazer sorrir a sua mente. Se saiu de esse trabalho é porque há aí fora algum trabalho melhor à sua espera, tal como acontece também com os relacionamentos. Todos sofremos tanto quando acabamos um relacionamento, mas devia ser ao contrário, um relacionamento que nos torna infelizes é um relacionamento que não deve ser vivido mais, deve passar para outra fase, talvez de amizade. É tão bom ter amigos.
Às vezes fazemos tudo ao contrário. No caso dos relacionamentos: amamos o outro, mas se o amamos verdadeiramente, queremos que ele seja feliz e não pensamos muito em nós próprios. Se pensamos em nós, isso é egoísta da nossa parte, portanto se um relacionamento acaba, devemos ficar tranquilos, respirar a vida de novo e deixar o outro respirar. O amor nunca é egoísta. O amor é o todo. O todo respira liberdade, a liberdade confia, a confiança serena a nossa mente.
Devemos respeitar o espaço e as decisões que são tomadas, alguma situação melhor vai acontecer para nós e para eles. Quando estamos em ‘sintonia’ deixamos as coisas fluírem, fluímos com elas, porque estamos seguros e confiantes de que tudo vai correr pelo melhor.
A Risoterapia é um modo de estar na vida e Rir pode ser uma decisão. Neste Blog encontrará Artigos, Informação sobre Eventos relacionados com o Riso, Vídeos e Ideias inovadoras para ter uma vida mais equilibrada e maior bem-estar.
terça-feira, 22 de maio de 2018
segunda-feira, 21 de maio de 2018
... mais livro :-)
Todos somos fundamentais no processo evolutivo, na existência da vida, na existência de nós e dos outros e somos plenamente conscientes e responsáveis pelo que já passou e pelo que há-de vir. Assumimos essa responsabilidade com prazer e fazemos a diferença.
Já imaginaram o poder que todos temos quando pensamos em sintonia?
Já alguma vez sequer sonharam o poder que temos quando assumimos uma responsabilidade de uma forma saudável?
Já sentiram o bom que é ser saudáveis a todos os níveis?
Já se apaixonaram por vós próprios antes de se apaixonar pelos outros?
Já olharam para dentro antes de olhar para os outros?
É difícil olhar para dentro de nós, como somos conscientes disso, as vezes, fugimos de nós.
Após várias experiências, baseadas nas experiências dos seres humanos que fui encontrando no meu percurso ao longo da minha vida, uma das situações mais relevantes que senti foi a dificuldade que temos de estar connosco próprios em silêncio, observando-nos. Para mim foi a mais difícil das tarefas que me ‘encomendaram’, foi a parte mais difícil da minha vida e quando partilho momentos de intimidade no meu trabalho sinto como as palavras são usadas como sabotagem do presente, que é o momento mais importante da vida. Mas também é certo que quando aprendemos a olhar para dentro e a observar o exterior com maior atenção, passa a ser uma das situações mais interessantes que pode haver.
O que nos custa aprofundar dentro de nós, mergulhar no fundo do nosso ser, mergulhar nas nossas próprias entranhas! É sempre um caminho mais fácil mergulhar na vida dos outros. Todos sabemos onde nos levam os caminhos mais fáceis. Levam-nos ao ‘nada’, e o que nós andamos todos a procurar é o ‘todo’.
Num retiro de silêncio que fizemos em grupo durante 24 horas, todas as conclusões finais foram muito interessantes e no geral positivas. Algumas pessoas falaram de encontro com elas próprias e com a natureza de uma forma mais intensa, de relaxamento completo, de perder a noção do tempo ‘relógio’. Uma amiga falava comigo e explicava-me o seguinte: ‘Acabei de fazer um retiro de silêncio de uma semana de duração e foi muito complicado, mexeu muito comigo, houve até vários dias que pensei em abandonar o retiro, mas agora sinto-me muito bem, limpa e renovada por dentro e estou super contente de o ter feito.’ Outro amigo que está no Tibete fala assim numa das suas cartas: ‘Como vivem ali em cima... acho que o sorriso destes dois monges é o reflexo da paz que ali vivem e esse deve ser o segredo da felicidade...’
O ser humano precisa de meditar, como falávamos anteriormente, precisa de ‘desligar’ durante uns minutos por dia para se sentir por dentro, para retomar as raízes, para se ‘retomar’ a si próprio.
Redimensionar a nossa vida e as situações que nos rodeiam é um passo importante no quotidiano, já que estamos todos sobrecarregados de trabalho, emoções, sentimentos, percepções, e para poder estar centrados e focar devidamente as energias diárias devemos concedermo-nos um tempo, todos os dias, para sentirmo-nos.
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Já imaginaram o poder que todos temos quando pensamos em sintonia?
Já alguma vez sequer sonharam o poder que temos quando assumimos uma responsabilidade de uma forma saudável?
Já sentiram o bom que é ser saudáveis a todos os níveis?
Já se apaixonaram por vós próprios antes de se apaixonar pelos outros?
Já olharam para dentro antes de olhar para os outros?
É difícil olhar para dentro de nós, como somos conscientes disso, as vezes, fugimos de nós.
Após várias experiências, baseadas nas experiências dos seres humanos que fui encontrando no meu percurso ao longo da minha vida, uma das situações mais relevantes que senti foi a dificuldade que temos de estar connosco próprios em silêncio, observando-nos. Para mim foi a mais difícil das tarefas que me ‘encomendaram’, foi a parte mais difícil da minha vida e quando partilho momentos de intimidade no meu trabalho sinto como as palavras são usadas como sabotagem do presente, que é o momento mais importante da vida. Mas também é certo que quando aprendemos a olhar para dentro e a observar o exterior com maior atenção, passa a ser uma das situações mais interessantes que pode haver.
O que nos custa aprofundar dentro de nós, mergulhar no fundo do nosso ser, mergulhar nas nossas próprias entranhas! É sempre um caminho mais fácil mergulhar na vida dos outros. Todos sabemos onde nos levam os caminhos mais fáceis. Levam-nos ao ‘nada’, e o que nós andamos todos a procurar é o ‘todo’.
Num retiro de silêncio que fizemos em grupo durante 24 horas, todas as conclusões finais foram muito interessantes e no geral positivas. Algumas pessoas falaram de encontro com elas próprias e com a natureza de uma forma mais intensa, de relaxamento completo, de perder a noção do tempo ‘relógio’. Uma amiga falava comigo e explicava-me o seguinte: ‘Acabei de fazer um retiro de silêncio de uma semana de duração e foi muito complicado, mexeu muito comigo, houve até vários dias que pensei em abandonar o retiro, mas agora sinto-me muito bem, limpa e renovada por dentro e estou super contente de o ter feito.’ Outro amigo que está no Tibete fala assim numa das suas cartas: ‘Como vivem ali em cima... acho que o sorriso destes dois monges é o reflexo da paz que ali vivem e esse deve ser o segredo da felicidade...’
O ser humano precisa de meditar, como falávamos anteriormente, precisa de ‘desligar’ durante uns minutos por dia para se sentir por dentro, para retomar as raízes, para se ‘retomar’ a si próprio.
Redimensionar a nossa vida e as situações que nos rodeiam é um passo importante no quotidiano, já que estamos todos sobrecarregados de trabalho, emoções, sentimentos, percepções, e para poder estar centrados e focar devidamente as energias diárias devemos concedermo-nos um tempo, todos os dias, para sentirmo-nos.
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domingo, 20 de maio de 2018
... :-)
A vida começa como uma conquista, primeiro para fecundar o óvulo. Vai tudo à conquista. Assim que nascemos, começamos a conquistar com os nossos métodos naturais o nosso ambiente, às vezes com um sorriso, às vezes com um choro, por vezes basta uma expressão na cara, um olhar, e a partir de esse momento tudo pode acontecer.
O que a vida tem de interessante é que nunca sabemos o que ela nos tráz, mas cada vez somos mais conscientes de que no fundo somos nós que escolhemos o tipo de emoção que queremos sentir, e o tipo de situação que queremos viver.
É tão fácil dar, sem esperar nada em troca. Estar em sintonia com universo significa exactamente isso, o universo dá-nos tudo e não espera nada em troca, é tão fácil que se torna assustador. O universo só espera que sejamos inteligentes para usar as ferramentas que nos está a dar, porque ele é eterno e quer continuar a sê-lo, a sobrevivência do universo como um todo vivo também depende de nós, somos um todo, um absoluto e dependemos totalmente uns dos outros, conectados como ilhas.
Fomentar a nossa energia interna é a nossa maior responsabilidade, não nos acomodarmos na sensação de ‘já chega’. Somos como as árvores, elas extraem a ‘energia’ da terra e estão em constante crescimento. As árvores são sábias, tal como a terra o é, tal como nós o somos.
Agradecer sempre, é uma parte fundamental de qualquer percurso. Ser humildes. Quem é humilde é um sábio prestes a aflorar para a vida como ser íntegro, pronto para dar tudo, confiando sempre que tudo vai ser maravilhoso.
Ao usar este tipo de palavras constantemente em todas partes, observamos o efeito espectacular que causa na vida de quem nos rodeia e na nossa própria vida. Falar de amor, tesouros, harmonia, família, amigos, pessoas lindas e maravilhosas que ajudaram no nosso percurso, que nos tornaram no ser maravilhoso que somos hoje. O que é verdadeiramente importante é quem somos hoje, agora.
Estarmos sincronizados com o todo, com o nosso ser e com os seres que nos rodeiam. Estarmos sincronizados com os nossos sentimentos, exprimir os sentimentos e arriscarmos. Sentirmos que pertencemos a um todo e que o todo nos pertence.
Ouvir o bater do nosso coração e deixar que os outros o possam ouvir também.
Seguir o nosso pulsar, onde quer que ele vai, o pulsar é sábio e quer o melhor para nós. Seguir e aprender com a nossa intuição, mas observar sempre e fazer tudo o que ponha a nossa mente a sorrir. Quando a nossa mente é feliz, somos felizes e fazemos felizes os outros. Mas neste caso estamos a falar de um estado mental. A mente é feliz, e deve procurar divertir-se com tudo aquilo que faz e o que acontece à sua volta, esse é o grande objectivo.
Não sermos egoístas, não fazermos as coisas porque esperamos alguma coisa em troca, fazer pelo prazer de fazer, sentir prazer absoluto no presente, o presente é uma dádiva absoluta, o prazer é uma ferramenta absoluta.
O que a vida tem de interessante é que nunca sabemos o que ela nos tráz, mas cada vez somos mais conscientes de que no fundo somos nós que escolhemos o tipo de emoção que queremos sentir, e o tipo de situação que queremos viver.
É tão fácil dar, sem esperar nada em troca. Estar em sintonia com universo significa exactamente isso, o universo dá-nos tudo e não espera nada em troca, é tão fácil que se torna assustador. O universo só espera que sejamos inteligentes para usar as ferramentas que nos está a dar, porque ele é eterno e quer continuar a sê-lo, a sobrevivência do universo como um todo vivo também depende de nós, somos um todo, um absoluto e dependemos totalmente uns dos outros, conectados como ilhas.
Fomentar a nossa energia interna é a nossa maior responsabilidade, não nos acomodarmos na sensação de ‘já chega’. Somos como as árvores, elas extraem a ‘energia’ da terra e estão em constante crescimento. As árvores são sábias, tal como a terra o é, tal como nós o somos.
Agradecer sempre, é uma parte fundamental de qualquer percurso. Ser humildes. Quem é humilde é um sábio prestes a aflorar para a vida como ser íntegro, pronto para dar tudo, confiando sempre que tudo vai ser maravilhoso.
Ao usar este tipo de palavras constantemente em todas partes, observamos o efeito espectacular que causa na vida de quem nos rodeia e na nossa própria vida. Falar de amor, tesouros, harmonia, família, amigos, pessoas lindas e maravilhosas que ajudaram no nosso percurso, que nos tornaram no ser maravilhoso que somos hoje. O que é verdadeiramente importante é quem somos hoje, agora.
Estarmos sincronizados com o todo, com o nosso ser e com os seres que nos rodeiam. Estarmos sincronizados com os nossos sentimentos, exprimir os sentimentos e arriscarmos. Sentirmos que pertencemos a um todo e que o todo nos pertence.
Ouvir o bater do nosso coração e deixar que os outros o possam ouvir também.
Seguir o nosso pulsar, onde quer que ele vai, o pulsar é sábio e quer o melhor para nós. Seguir e aprender com a nossa intuição, mas observar sempre e fazer tudo o que ponha a nossa mente a sorrir. Quando a nossa mente é feliz, somos felizes e fazemos felizes os outros. Mas neste caso estamos a falar de um estado mental. A mente é feliz, e deve procurar divertir-se com tudo aquilo que faz e o que acontece à sua volta, esse é o grande objectivo.
Não sermos egoístas, não fazermos as coisas porque esperamos alguma coisa em troca, fazer pelo prazer de fazer, sentir prazer absoluto no presente, o presente é uma dádiva absoluta, o prazer é uma ferramenta absoluta.
sábado, 19 de maio de 2018
Livro...
A alegria e o amor são as soluções para todos os problemas da humanidade, a confiança em dar, sem medo de perder, a entrega total ao universo, que está sempre do nosso lado e que não nos quer fazer mal.
Os nossos piores inimigos muitas vezes somos nós próprios e os pensamentos que emitimos.
Devemos aprender a controlar a nossa mente e a nossa vida antes que ela tome conta de nós.
Perdoar, esquecer, sentir, sentir até ao fundo todas as emoções que passam por nós, e não ter medo de nos mostrarmos tal como somos, já que ter máscaras é meio caminho andado para tudo correr mal e é um grande desgaste de energia absolutamente desnecessário, se bem que cada pessoa decide qual é o tempo certo para realizar mudanças na sua vida, interiores e exteriores.
Outro dos pensamentos que ultimamente formam parte do meu ser e que partilho com todo o meu amor, é que devemos aprender a usar o mínimo de energia para obter o máximo resultado, e podemos aplicar esta teoria a todos os níveis na nossa vida, no trabalho, conhecer tão bem o que fazemos e estar tão focados no que fazemos que simplesmente um pensamento bem emitido pode resolver uma situação sem necessidade de desgastar os nossos colegas, equipa, amigos etc.
Nas relações com os outros é a mesma situação. Quando conhecemos alguém, interessamo-nos por conhecê-lo melhor e saber como, com o mínimo esforço pela nossa parte e pela parte do outro, podemos desfrutar muito mais dos momentos de partilha e de convívio.
Não fechar as portas de entrada, deixar sempre um ponto de observação tal como as nossas portas em casa têm, para ver quem tocou à campainha, para ver quem está aí em frente a chamar por nós e o que ele ou ela têm para nos dizer. Cultivar a curiosidade, como motor de expansão para a nossa criatividade e como motor de expansão para a nossa imaginação. Sem sonhos não há nada feito, quem não sonha, até acordado, também está a perder um tempo precioso e uma energia fabulosa.
Já imaginaram o que seria da humanidade sem sonhadores?
Que seria da humanidade sem curiosos que queiram ir mais além do que já se sabia até ao momento em que alguma situação despertou essa curiosidade?
A curiosidade é inata em todos os seres humanos e é uma ferramenta fantástica, tal como a criatividade, a imaginação e os sonhos. Se tomaram consciência neste momento das minhas palavras, por favor comecem a pôr tudo o que já leram até aqui em prática, já que sem prática não há mestres, sem trabalho e sem esforços não há sábios e todos nós temos um sábio cá dentro à espera de se mostrar.
E quando digo todos, digo mesmo todos, sem excepção. O simples facto de estarmos vivos é um elogio do universo a nós e uma excelente oportunidade para sentir o que ele tem para nos oferecer.
Os nossos piores inimigos muitas vezes somos nós próprios e os pensamentos que emitimos.
Devemos aprender a controlar a nossa mente e a nossa vida antes que ela tome conta de nós.
Perdoar, esquecer, sentir, sentir até ao fundo todas as emoções que passam por nós, e não ter medo de nos mostrarmos tal como somos, já que ter máscaras é meio caminho andado para tudo correr mal e é um grande desgaste de energia absolutamente desnecessário, se bem que cada pessoa decide qual é o tempo certo para realizar mudanças na sua vida, interiores e exteriores.
Outro dos pensamentos que ultimamente formam parte do meu ser e que partilho com todo o meu amor, é que devemos aprender a usar o mínimo de energia para obter o máximo resultado, e podemos aplicar esta teoria a todos os níveis na nossa vida, no trabalho, conhecer tão bem o que fazemos e estar tão focados no que fazemos que simplesmente um pensamento bem emitido pode resolver uma situação sem necessidade de desgastar os nossos colegas, equipa, amigos etc.
Nas relações com os outros é a mesma situação. Quando conhecemos alguém, interessamo-nos por conhecê-lo melhor e saber como, com o mínimo esforço pela nossa parte e pela parte do outro, podemos desfrutar muito mais dos momentos de partilha e de convívio.
Não fechar as portas de entrada, deixar sempre um ponto de observação tal como as nossas portas em casa têm, para ver quem tocou à campainha, para ver quem está aí em frente a chamar por nós e o que ele ou ela têm para nos dizer. Cultivar a curiosidade, como motor de expansão para a nossa criatividade e como motor de expansão para a nossa imaginação. Sem sonhos não há nada feito, quem não sonha, até acordado, também está a perder um tempo precioso e uma energia fabulosa.
Já imaginaram o que seria da humanidade sem sonhadores?
Que seria da humanidade sem curiosos que queiram ir mais além do que já se sabia até ao momento em que alguma situação despertou essa curiosidade?
A curiosidade é inata em todos os seres humanos e é uma ferramenta fantástica, tal como a criatividade, a imaginação e os sonhos. Se tomaram consciência neste momento das minhas palavras, por favor comecem a pôr tudo o que já leram até aqui em prática, já que sem prática não há mestres, sem trabalho e sem esforços não há sábios e todos nós temos um sábio cá dentro à espera de se mostrar.
E quando digo todos, digo mesmo todos, sem excepção. O simples facto de estarmos vivos é um elogio do universo a nós e uma excelente oportunidade para sentir o que ele tem para nos oferecer.
sexta-feira, 18 de maio de 2018
Primeira Página :-)
Já faz algum tempo que sinto a necessidade de exprimir alguns pensamentos e experiências de vida. Uma base filosófica e ter valores morais na vida são meio caminho andado para o nosso ‘estar bem’ e para o nosso bem-estar, só assim podemos fazer sentir bem os outros, o ambiente que nos rodeia e a nós mesmos.
Vivemos numa sociedade em constante mudança e em constante competitividade. Acompanhar estes processos torna-se por vezes menos fácil. Mas tudo depende da objectividade e da perspectiva com que tomamos as situações. Começo a acreditar que não existem emoções negativas, tudo depende dos nossos prismas e leituras da situação.
As emoções devem ser vividas e sentidas como experiências, sempre com base na aprendizagem com que somos deparados desde que nascemos até à nossa morte. Lidar com as emoções faz de nós seres humanos íntegros e com capacidade de reacção ante qualquer adversidade, por muito complicada que esta se apresente, e torna-se fundamental para resolver tudo na vida. Claro que tudo tem um processo natural e, para o ver, devemos estar presentes no momento que nos acompanha, conscientes e plenos de vida.
Quando estamos a sofrer é porque alguma coisa não está certa, o sofrimento é um sinal de alarme muito forte e sempre que uma situação nos faz sentir sofrimento devemos enfrentá-la e resolvê-la de alguma forma, mudando de situação, deixando para trás essa pessoa que nos faz menos felizes, porque um dia sem felicidade é um dia perdido. A vida é tão emocionante que não podemos perder tempo em sentir e pensar nas situações menos boas que nos acompanharam. Partamos do princípio de que realmente a vida é ‘cor-de-rosa’, nós é que através dos nossos pensamentos mal geridos a tornamos ‘cinzenta’.
Não há dúvida de que o riso ajuda muito a contornar situações adversas, não devemos ceder à força de um mal-estar, devemos aprender a dar-lhe a volta. É uma obrigação que temos como seres humanos inteligentes que somos, focar toda a nossa atenção e a nossa energia em ver as coisas belas que o universo e o mundo têm para nos oferecer. Claro que à primeira vista tudo isto parece muito fácil de dizer, o desafio começa quando temos que agir, aí é que pomos tudo em causa e a lenha começa a arder. Temos muitas ferramentas para resolver e para enfrentar tudo o que não nos agrada.
A principal ferramenta que temos é a nossa mente; os nossos pensamentos são o motor da nossa vida, não focar os problemas, focar as soluções, e agir perante as adversidades. Se nós focamos nos problemas, eles aumentam consideravelmente até ao ponto de nos deixar completamente desfeitos. Se sabemos que temos este poder, devemos utilizá-lo. Acho que o ser humano tem três grandes inimigos: um é a preguiça, outro é o comodismo e finalmente o medo.
A preguiça impede-nos de actuar consoante os nossos pensamentos e as nossas necessidades reais como seres humanos.
O comodismo impede-nos descaradamente de ser felizes, já que nos traz o medo de perder, e o ser humano quando tem medo não consegue avançar para lado nenhum, fica bloqueado.
O medo não é nunca uma opção de vida, o medo faz uma sabotagem da vida e devemos evitar sentir medo, devemos sentir o poder que todos nós temos dentro de nós, a capacidade de ajudar a nós próprios e ajudar a fazer a diferença.
Vivemos numa sociedade em constante mudança e em constante competitividade. Acompanhar estes processos torna-se por vezes menos fácil. Mas tudo depende da objectividade e da perspectiva com que tomamos as situações. Começo a acreditar que não existem emoções negativas, tudo depende dos nossos prismas e leituras da situação.
As emoções devem ser vividas e sentidas como experiências, sempre com base na aprendizagem com que somos deparados desde que nascemos até à nossa morte. Lidar com as emoções faz de nós seres humanos íntegros e com capacidade de reacção ante qualquer adversidade, por muito complicada que esta se apresente, e torna-se fundamental para resolver tudo na vida. Claro que tudo tem um processo natural e, para o ver, devemos estar presentes no momento que nos acompanha, conscientes e plenos de vida.
Quando estamos a sofrer é porque alguma coisa não está certa, o sofrimento é um sinal de alarme muito forte e sempre que uma situação nos faz sentir sofrimento devemos enfrentá-la e resolvê-la de alguma forma, mudando de situação, deixando para trás essa pessoa que nos faz menos felizes, porque um dia sem felicidade é um dia perdido. A vida é tão emocionante que não podemos perder tempo em sentir e pensar nas situações menos boas que nos acompanharam. Partamos do princípio de que realmente a vida é ‘cor-de-rosa’, nós é que através dos nossos pensamentos mal geridos a tornamos ‘cinzenta’.
Não há dúvida de que o riso ajuda muito a contornar situações adversas, não devemos ceder à força de um mal-estar, devemos aprender a dar-lhe a volta. É uma obrigação que temos como seres humanos inteligentes que somos, focar toda a nossa atenção e a nossa energia em ver as coisas belas que o universo e o mundo têm para nos oferecer. Claro que à primeira vista tudo isto parece muito fácil de dizer, o desafio começa quando temos que agir, aí é que pomos tudo em causa e a lenha começa a arder. Temos muitas ferramentas para resolver e para enfrentar tudo o que não nos agrada.
A principal ferramenta que temos é a nossa mente; os nossos pensamentos são o motor da nossa vida, não focar os problemas, focar as soluções, e agir perante as adversidades. Se nós focamos nos problemas, eles aumentam consideravelmente até ao ponto de nos deixar completamente desfeitos. Se sabemos que temos este poder, devemos utilizá-lo. Acho que o ser humano tem três grandes inimigos: um é a preguiça, outro é o comodismo e finalmente o medo.
A preguiça impede-nos de actuar consoante os nossos pensamentos e as nossas necessidades reais como seres humanos.
O comodismo impede-nos descaradamente de ser felizes, já que nos traz o medo de perder, e o ser humano quando tem medo não consegue avançar para lado nenhum, fica bloqueado.
O medo não é nunca uma opção de vida, o medo faz uma sabotagem da vida e devemos evitar sentir medo, devemos sentir o poder que todos nós temos dentro de nós, a capacidade de ajudar a nós próprios e ajudar a fazer a diferença.
quinta-feira, 17 de maio de 2018
Acordar a Rir
ACORDAR A RIR
Sabrina Tacconi
PRÓLOGO
Quero começar por dizer que é uma verdadeira honra para mim ter escrito este livro e ter vivido os momentos intensos de inspiração que vou partilhar convosco. A base desta leitura é entendermos juntos que o desenvolvimento de uma pessoa em plena harmonia e integridade significa que seja responsável pelos seus actos e pelas suas emoções.
Nesta leitura tentaremos conhecer-nos um pouco melhor interiormente. O meu grande objectivo é transmitir experiências e ferramentas que ajudem o leitor a sentir-se melhor. O meu interesse é o ser humano no todo e como ser completo. Mas não quero tornar o prólogo num compêndio de promessas e expectativas, pretendo somente que se relaxe e desfrute, já que tudo o que fazemos na vida é uma maneira de crescer. Será muito interessante para mim se este livro o encher de dúvidas e perguntas ou então se da resposta às suas questões.
Humildemente considero que devemos ter uma vida o mais completa possível, e uma boa gestão do nosso tempo também ajudará: fazer exercício, ouvir música, fazer meditação, praticar dança, yoga do riso, yoga de outro tipo, ter uma alimentação equilibrada, gostar do trabalho que fazemos, comunicar, rir, sentir e demonstrar as nossas emoções por muito que isso nos custe no início e sempre que essa demonstração não ponha em perigo o nosso ambiente habitual.
A minha prática regular de yoga do riso acordou todo o conhecimento que estava dentro de mim e que neste livro partilho convosco de corpo e alma.
Cada leitor que tenha este livro nas mãos tem um grande valor para mim, já que decidiu dar um passo mais no seu processo de desenvolvimento pessoal e me ajudou também a evoluir.
Escrevi este livro em Córdoba (Espanha) no ano 2007 durante a minha recuperação de um acidente que me podia ter costado a vida.
Muito obrigada, sorrisos e boa leitura.
Sabrina Tacconi
domingo, 29 de abril de 2018
Rir é muito importante
Olá para as pessoas mais risonhas do mundo :-)
Hoje estou no dia seguinte de leccionar o Curso de Risoterapia no Porto.
Aprendo muito quando dou formação. O Riso atrai pessoas muito especiais e as partilhas são extraordinárias.
Neste momento estou a rir sozinha. Pedi permissão aqui em casa e foi me concedida.
Rir é muito importante. Rir ajudou-me a ultrapassar situações desafiantes duma forma positiva e posicionou a minha mente numa direcção saudável.
Dessa forma e encontrando o meu equilíbrio interior através da Terapia do Riso posso ajudar aos outros a encontrar o equilíbrio mental, físico e emocional.
Por isso tenho os seguintes Cursos e Eventos preparados para si :-)
Dia 6 de Maio - Dia Mundial do Riso em Lisboa
Dias 19 e 20 de Maio - Curso de Líder do Riso em Lisboa
Dia 16 de Junho - Curso de Risoterapia em Lisboa
Dias 25 e 26 de Agosto - Curso de Líder do Riso no Porto
Dias 29 e 30 de Setembro - Focus e Workshock com Richard Romagnoli em Lisboa
Inscrições e informações pelo info@terapiadoriso.pt
Mais sobre mim em www.terapiadoriso.pt
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