- Cada um de vocês vai deixar aqui os problemas que traz na cabeça e vai a apanhar os problemas de uma outra pessoa.
Assim fizeram, largaram os problemas deles e apanharam os problemas dos outros e regressaram para a aldeia. Passados dois dias, todos voltaram à montanha a pedir aos deuses que lhes dessem por favor de volta os problemas que tinham lá deixado.
Registre bem essa história, espero que ajude no seu percurso.
Faça as coisas por prazer e não por dinheiro, o dinheiro virá ter consigo quando for o momento exacto para ele vir, pense nisso mas não focalize a sua preciosa energia nele, focalize a sua preciosa energia no seu processo criativo. Prepare bem o processo criativo, é muito importante, é fundamental, estude, leia, assista a reuniões, assista a palestras, pergunte, procure.
Depois de um tempo de ‘incubação’ da matéria aprendida, depois de ter descartado as possibilidades, terá o chamado insight súbito, virá tudo cá para acima, de repente, sem que esteja à espera. É o chamado momento certo ou a ‘Ahá! experience’.
A partir de esse momento, a verdade foi-nos revelada e tornamo-nos uma manifestação dessa realidade. Na verdade não há relatividade, sabemos que é por aí e não temos dúvidas.
Manifestamos a experiência a vários níveis, o processo está integrado dentro de nós, falamos do assunto como se nada fosse alheio a essa realidade, plenamente convencidos daquilo que estamos a dizer porque sabemos dentro de nós que está certo.
Isso é suficiente. Preste muita atenção ao seu processo criativo. A criatividade é o futuro.
A criatividade será a ferramenta mais utilizada nos próximos anos. Desenvolva a sua capacidade criativa. Desenvolva-se e envolva-se no todo. Quando estamos envolvidos na vida, nada de mau nos pode acontecer. Criamos a melhor protecção que podemos ter, e a melhor protecção que podemos ter é estarmos vivos.
Fuja do monopólio, o monopólio é uma arma destrutiva da criatividade, que nos acomoda, que nos trama e nos frustra. Pense nas coisas de que gosta e dedique muito tempo a essas coisas, nem que seja com o pensamento. O pensamento é o primeiro passo da acção.
Por exemplo, se está a fazer um trabalho de que não gosta, em vez de pensar quanto o aborrece dedicar-se a esse trabalho, pense no que verdadeiramente gostava de fazer. Dedique muito tempo a trabalhar esse pensamento e um dia, pura e simplesmente, o pensamento tornar-se-á real, para a sua felicidade e para a felicidade de quem gosta de si. Porque quem gosta verdadeiramente de si, só quer que você seja feliz, mas se calhar não sabe como ajudá-lo a ser feliz, porque essa decisão só depende de si, não depende dos outros.
A Risoterapia é um modo de estar na vida e Rir pode ser uma decisão. Neste Blog encontrará Artigos, Informação sobre Eventos relacionados com o Riso, Vídeos e Ideias inovadoras para ter uma vida mais equilibrada e maior bem-estar.
domingo, 27 de maio de 2018
quinta-feira, 24 de maio de 2018
... :-)
No meu blog http://forever-flow.blogspot.com, escrevi há algum tempo atrás o seguinte, relativamente a esta frase, precisamente: “Era infeliz no meu antigo trabalho, que é muito bonito, e usamos certas ferramentas para o realizar. O que me tornava infeliz era que usava ferramentas, quando a ferramenta sou eu própria.” Tudo o que nós temos de bom está dentro de nós, depois passa para fora materializando-se nas coisas que são importantes para cada um.
Cada um deve ter a sua própria escala de valores, e nunca faça aquilo que não gostava que lhe fizessem, seja honesto, tenha compaixão e seja simpático com as pessoas que encontra e de quem gosta. Seja amigo das pessoas que encontra.
Uma das frases que surtiu mais impacto em mim nos últimos tempos foi a seguinte: “Os nossos olhares tornam-se belos quando nos dedicamos a observar as coisas belas da vida”.
Posso dizer que esta frase é uma realidade constante. Quanto mais tempo dedicamos a observar coisas belas, mais coisas belas encontramos, e nunca é demais, há sempre um pormenor que escapou e que reencontramos, tudo no momento certo. Uma árvore, um barco, uma pessoa, uma peça decorativa, um amigo, a alegria de ver uma pessoa que não víamos há muito tempo e que vemos de novo, melhor, mais bela.
Será que realmente ela está mais bela ou que simplesmente você está a ver a beleza dela que antes não via?
Será que ela mudou ou será que você é que mudou?
Tenha um leque amplo de possibilidades sempre disponível. Ter muitas possibilidades torna a nossa vida mais interessante, mais cheia, nunca ficamos entediados, o tédio não é nosso aliado, devemos ter recursos para fugir dele, e esses recursos são as coisas que gostamos de fazer. As coisas que gostamos de fazer são os nossos melhores aliados, ter coisas que gostamos de fazer torna a vida mais engraçada, achar graça à vida é fundamental. Evite lamentar-se, evite ser o muro das lamentações dos outros, dê-lhes a volta, olhe para eles e upa! Mantenha a sua energia sempre elevada, não se deixe abater por um pormenor.
Houve uma história que me contaram que mexeu muito comigo, e que me levou a simplificar a minha existência:
‘Havia uma aldeia onde as pessoas se queixavam constantemente dos problemas que tinham, era uma aldeia de lamúrias e complicações. Um dia chegou um sábio e observou o que se passava lá e disse para as pessoas:
- Podem ir a uma certa montanha e pedir aos deuses que vos tirem os vossos problemas e os troquem pelos problemas de outras pessoas, pode ser que assim fiquem melhor.
Os habitantes da aldeia ficaram muito entusiasmados com a ideia e foram à procura da montanha e dos deuses e falaram com eles e explicaram o que se passava.
Os deuses ouviram as histórias e determinaram o seguinte:
Cada um deve ter a sua própria escala de valores, e nunca faça aquilo que não gostava que lhe fizessem, seja honesto, tenha compaixão e seja simpático com as pessoas que encontra e de quem gosta. Seja amigo das pessoas que encontra.
Uma das frases que surtiu mais impacto em mim nos últimos tempos foi a seguinte: “Os nossos olhares tornam-se belos quando nos dedicamos a observar as coisas belas da vida”.
Posso dizer que esta frase é uma realidade constante. Quanto mais tempo dedicamos a observar coisas belas, mais coisas belas encontramos, e nunca é demais, há sempre um pormenor que escapou e que reencontramos, tudo no momento certo. Uma árvore, um barco, uma pessoa, uma peça decorativa, um amigo, a alegria de ver uma pessoa que não víamos há muito tempo e que vemos de novo, melhor, mais bela.
Será que realmente ela está mais bela ou que simplesmente você está a ver a beleza dela que antes não via?
Será que ela mudou ou será que você é que mudou?
Tenha um leque amplo de possibilidades sempre disponível. Ter muitas possibilidades torna a nossa vida mais interessante, mais cheia, nunca ficamos entediados, o tédio não é nosso aliado, devemos ter recursos para fugir dele, e esses recursos são as coisas que gostamos de fazer. As coisas que gostamos de fazer são os nossos melhores aliados, ter coisas que gostamos de fazer torna a vida mais engraçada, achar graça à vida é fundamental. Evite lamentar-se, evite ser o muro das lamentações dos outros, dê-lhes a volta, olhe para eles e upa! Mantenha a sua energia sempre elevada, não se deixe abater por um pormenor.
Houve uma história que me contaram que mexeu muito comigo, e que me levou a simplificar a minha existência:
‘Havia uma aldeia onde as pessoas se queixavam constantemente dos problemas que tinham, era uma aldeia de lamúrias e complicações. Um dia chegou um sábio e observou o que se passava lá e disse para as pessoas:
- Podem ir a uma certa montanha e pedir aos deuses que vos tirem os vossos problemas e os troquem pelos problemas de outras pessoas, pode ser que assim fiquem melhor.
Os habitantes da aldeia ficaram muito entusiasmados com a ideia e foram à procura da montanha e dos deuses e falaram com eles e explicaram o que se passava.
Os deuses ouviram as histórias e determinaram o seguinte:
quarta-feira, 23 de maio de 2018
Depois do Yoga do Riso entrar na minha vida...
Não há nada pior na vida que estarmos eternamente tristes ou infelizes. Tudo o que ‘acaba’ é para dar início a uma situação mais adequada ao nosso processo evolutivo do momento presente. O momento presente é único, é magnífico e insubstituível. Qualquer que seja a emoção, ou pensamento ou a acção que está determinado a tomar, esteja sempre presente, sempre consciente e alerta de uma forma saudável. E sinta. Sinta o que a intuição tem para lhe dizer, ponha o ouvido perto do coração e preste atenção ao que ‘ele’ têm para lhe comunicar.
Como dizia Madre Teresa de Calcutá: “não me chamem para uma manifestação anti-guerra, eu não vou lá estar, chamem-me para uma manifestação pela Paz no mundo, estarei lá sempre.” Ela era uma sábia. Observemos os sábios, os verdadeiros sábios, que viviam e vivem unidos com o mundo, não em palácios dourados, mas sim nos templos das suas próprias vidas.
Observe como eles observavam o instante, o minuto, o olhar de uma pessoa. Observe o que faz falta na humanidade e dedique algum tempo a essa causa. Torne aquilo que faz falta, na sua causa, no seu motor, fale sobre isso com os amigos, manifeste o que pensa, arrisque, pode ser que eles ajudem na causa. Não fale das chatices, isso é um tédio, fale do que está a fazer para dar a volta a essas ‘chatices’, que são sempre, como vimos anteriormente, o motor mais poderoso para estimular a nossa acção e a nossa criatividade.
Aprenda a pedir ajuda sem complexos, confie nos seus amigos e diga que tudo o que está a fazer é para uma causa comum e não apenas para benefício próprio. Partilhe as alegrias e não pense nos lucros, os lucros virão quando tiverem que vir. Seja paciente e saiba esperar pelo momento certo. Estando em harmonia, sentirá quando é o momento certo para agir, sentirá o poder do absoluto no momento certo para si. O seu momento é único e individual e faz parte de todo o processo que construiu para si, primeiro a nível inconsciente, depois tornando o pensamento em consciência, e depois tornando essa consciência em realidade, essa realidade maravilhosa.
Pense muito no lema: “A união faz a força”.
Relembre-se de como é belo confiar, como é bela a entrega total, como é belo tudo o que aconteceu até agora incluindo o ‘agora’. Faça compilação dos seus trunfos, procure mais trunfos dentro de si.
Somos uma verdadeira caixa de surpresas.
Ainda há um momento atrás partilhava com um amigo: “Tinha tanta vontade de escrever sobre os meus pensamentos, mas nunca encontrava o momento. As frases, os pensamentos estavam soltos e não faziam sentido. De repente, hoje fez tudo sentido e desde que comecei a escrever este texto já lá vai uma hora ou duas, nem sei, perdi a noção, não consegui parar. A inspiração chegou, ela escolheu chegar, e eu estou simplesmente a deixar fluir o que ‘ela’ tem para dizer, o que ‘ela’ têm para vos transmitir.”
Sou uma ferramenta dessa inspiração.
terça-feira, 22 de maio de 2018
:-)
É fácil sentir os outros, olhar para o outro, às vezes culpar os outros e não admitir que todos fazemos parte de todos, directa e indirectamente. Não podemos esquecer que somos comodistas e o nosso principal objectivo na vida deveria ser estar, estar plenamente, e estar bem, aconteça o que acontecer, gerir os assuntos de uma forma sempre simplificada para deixar fluir tudo o que se passa.
Para quê escolher então o caminho mais fácil?
Chore quando for preciso, sinta a tristeza como se fosse uma verdadeira lição da alegria, elas vão de mão dadas, e interagem em plenamente. Chorar é uma das emoções mais belas que já encontrei na minha vida. Vamos à tristeza por um tempo e depois voltamos à alegria, não queremos ficar na tristeza sempre.
Hoje pensei uma coisa absolutamente determinante, e que foi o motor absoluto deste texto que estou a escrever:
Por exemplo, temos medo das noites em branco, da loucura, da infidelidade do marido ou da mulher, da falta de trabalho, da falta de dinheiro, da fome no mundo, da pobreza, de sermos fracassados… Cá vai ele:
Todos esses medos devem ser vividos e exprimidos dentro de nós.
Aceite essa insónia, pode ser que por vezes o nosso corpo queira falar consigo próprio e não tenha mais nenhum momento para o fazer porque está todo o dia tão ocupado. A loucura faz parte de todos nós, aceite-a, sinta-a, pode ser que esse pormenor o faça ser diferente da maioria, não tenha medo, sinta, desfrute desse momento de loucura com prazer. Prazer, alegria, riso. A perda de um trabalho pode ser uma porta aberta para encontrar a sua verdadeira vocação, observe porquê, e como aconteceu, observe o que quer fazer a partir de esse momento, aproveite essa reviravolta para fazer sorrir a sua mente. Se saiu de esse trabalho é porque há aí fora algum trabalho melhor à sua espera, tal como acontece também com os relacionamentos. Todos sofremos tanto quando acabamos um relacionamento, mas devia ser ao contrário, um relacionamento que nos torna infelizes é um relacionamento que não deve ser vivido mais, deve passar para outra fase, talvez de amizade. É tão bom ter amigos.
Às vezes fazemos tudo ao contrário. No caso dos relacionamentos: amamos o outro, mas se o amamos verdadeiramente, queremos que ele seja feliz e não pensamos muito em nós próprios. Se pensamos em nós, isso é egoísta da nossa parte, portanto se um relacionamento acaba, devemos ficar tranquilos, respirar a vida de novo e deixar o outro respirar. O amor nunca é egoísta. O amor é o todo. O todo respira liberdade, a liberdade confia, a confiança serena a nossa mente.
Devemos respeitar o espaço e as decisões que são tomadas, alguma situação melhor vai acontecer para nós e para eles. Quando estamos em ‘sintonia’ deixamos as coisas fluírem, fluímos com elas, porque estamos seguros e confiantes de que tudo vai correr pelo melhor.
Para quê escolher então o caminho mais fácil?
Chore quando for preciso, sinta a tristeza como se fosse uma verdadeira lição da alegria, elas vão de mão dadas, e interagem em plenamente. Chorar é uma das emoções mais belas que já encontrei na minha vida. Vamos à tristeza por um tempo e depois voltamos à alegria, não queremos ficar na tristeza sempre.
Hoje pensei uma coisa absolutamente determinante, e que foi o motor absoluto deste texto que estou a escrever:
Por exemplo, temos medo das noites em branco, da loucura, da infidelidade do marido ou da mulher, da falta de trabalho, da falta de dinheiro, da fome no mundo, da pobreza, de sermos fracassados… Cá vai ele:
Todos esses medos devem ser vividos e exprimidos dentro de nós.
Aceite essa insónia, pode ser que por vezes o nosso corpo queira falar consigo próprio e não tenha mais nenhum momento para o fazer porque está todo o dia tão ocupado. A loucura faz parte de todos nós, aceite-a, sinta-a, pode ser que esse pormenor o faça ser diferente da maioria, não tenha medo, sinta, desfrute desse momento de loucura com prazer. Prazer, alegria, riso. A perda de um trabalho pode ser uma porta aberta para encontrar a sua verdadeira vocação, observe porquê, e como aconteceu, observe o que quer fazer a partir de esse momento, aproveite essa reviravolta para fazer sorrir a sua mente. Se saiu de esse trabalho é porque há aí fora algum trabalho melhor à sua espera, tal como acontece também com os relacionamentos. Todos sofremos tanto quando acabamos um relacionamento, mas devia ser ao contrário, um relacionamento que nos torna infelizes é um relacionamento que não deve ser vivido mais, deve passar para outra fase, talvez de amizade. É tão bom ter amigos.
Às vezes fazemos tudo ao contrário. No caso dos relacionamentos: amamos o outro, mas se o amamos verdadeiramente, queremos que ele seja feliz e não pensamos muito em nós próprios. Se pensamos em nós, isso é egoísta da nossa parte, portanto se um relacionamento acaba, devemos ficar tranquilos, respirar a vida de novo e deixar o outro respirar. O amor nunca é egoísta. O amor é o todo. O todo respira liberdade, a liberdade confia, a confiança serena a nossa mente.
Devemos respeitar o espaço e as decisões que são tomadas, alguma situação melhor vai acontecer para nós e para eles. Quando estamos em ‘sintonia’ deixamos as coisas fluírem, fluímos com elas, porque estamos seguros e confiantes de que tudo vai correr pelo melhor.
segunda-feira, 21 de maio de 2018
... mais livro :-)
Todos somos fundamentais no processo evolutivo, na existência da vida, na existência de nós e dos outros e somos plenamente conscientes e responsáveis pelo que já passou e pelo que há-de vir. Assumimos essa responsabilidade com prazer e fazemos a diferença.
Já imaginaram o poder que todos temos quando pensamos em sintonia?
Já alguma vez sequer sonharam o poder que temos quando assumimos uma responsabilidade de uma forma saudável?
Já sentiram o bom que é ser saudáveis a todos os níveis?
Já se apaixonaram por vós próprios antes de se apaixonar pelos outros?
Já olharam para dentro antes de olhar para os outros?
É difícil olhar para dentro de nós, como somos conscientes disso, as vezes, fugimos de nós.
Após várias experiências, baseadas nas experiências dos seres humanos que fui encontrando no meu percurso ao longo da minha vida, uma das situações mais relevantes que senti foi a dificuldade que temos de estar connosco próprios em silêncio, observando-nos. Para mim foi a mais difícil das tarefas que me ‘encomendaram’, foi a parte mais difícil da minha vida e quando partilho momentos de intimidade no meu trabalho sinto como as palavras são usadas como sabotagem do presente, que é o momento mais importante da vida. Mas também é certo que quando aprendemos a olhar para dentro e a observar o exterior com maior atenção, passa a ser uma das situações mais interessantes que pode haver.
O que nos custa aprofundar dentro de nós, mergulhar no fundo do nosso ser, mergulhar nas nossas próprias entranhas! É sempre um caminho mais fácil mergulhar na vida dos outros. Todos sabemos onde nos levam os caminhos mais fáceis. Levam-nos ao ‘nada’, e o que nós andamos todos a procurar é o ‘todo’.
Num retiro de silêncio que fizemos em grupo durante 24 horas, todas as conclusões finais foram muito interessantes e no geral positivas. Algumas pessoas falaram de encontro com elas próprias e com a natureza de uma forma mais intensa, de relaxamento completo, de perder a noção do tempo ‘relógio’. Uma amiga falava comigo e explicava-me o seguinte: ‘Acabei de fazer um retiro de silêncio de uma semana de duração e foi muito complicado, mexeu muito comigo, houve até vários dias que pensei em abandonar o retiro, mas agora sinto-me muito bem, limpa e renovada por dentro e estou super contente de o ter feito.’ Outro amigo que está no Tibete fala assim numa das suas cartas: ‘Como vivem ali em cima... acho que o sorriso destes dois monges é o reflexo da paz que ali vivem e esse deve ser o segredo da felicidade...’
O ser humano precisa de meditar, como falávamos anteriormente, precisa de ‘desligar’ durante uns minutos por dia para se sentir por dentro, para retomar as raízes, para se ‘retomar’ a si próprio.
Redimensionar a nossa vida e as situações que nos rodeiam é um passo importante no quotidiano, já que estamos todos sobrecarregados de trabalho, emoções, sentimentos, percepções, e para poder estar centrados e focar devidamente as energias diárias devemos concedermo-nos um tempo, todos os dias, para sentirmo-nos.
.
Já imaginaram o poder que todos temos quando pensamos em sintonia?
Já alguma vez sequer sonharam o poder que temos quando assumimos uma responsabilidade de uma forma saudável?
Já sentiram o bom que é ser saudáveis a todos os níveis?
Já se apaixonaram por vós próprios antes de se apaixonar pelos outros?
Já olharam para dentro antes de olhar para os outros?
É difícil olhar para dentro de nós, como somos conscientes disso, as vezes, fugimos de nós.
Após várias experiências, baseadas nas experiências dos seres humanos que fui encontrando no meu percurso ao longo da minha vida, uma das situações mais relevantes que senti foi a dificuldade que temos de estar connosco próprios em silêncio, observando-nos. Para mim foi a mais difícil das tarefas que me ‘encomendaram’, foi a parte mais difícil da minha vida e quando partilho momentos de intimidade no meu trabalho sinto como as palavras são usadas como sabotagem do presente, que é o momento mais importante da vida. Mas também é certo que quando aprendemos a olhar para dentro e a observar o exterior com maior atenção, passa a ser uma das situações mais interessantes que pode haver.
O que nos custa aprofundar dentro de nós, mergulhar no fundo do nosso ser, mergulhar nas nossas próprias entranhas! É sempre um caminho mais fácil mergulhar na vida dos outros. Todos sabemos onde nos levam os caminhos mais fáceis. Levam-nos ao ‘nada’, e o que nós andamos todos a procurar é o ‘todo’.
Num retiro de silêncio que fizemos em grupo durante 24 horas, todas as conclusões finais foram muito interessantes e no geral positivas. Algumas pessoas falaram de encontro com elas próprias e com a natureza de uma forma mais intensa, de relaxamento completo, de perder a noção do tempo ‘relógio’. Uma amiga falava comigo e explicava-me o seguinte: ‘Acabei de fazer um retiro de silêncio de uma semana de duração e foi muito complicado, mexeu muito comigo, houve até vários dias que pensei em abandonar o retiro, mas agora sinto-me muito bem, limpa e renovada por dentro e estou super contente de o ter feito.’ Outro amigo que está no Tibete fala assim numa das suas cartas: ‘Como vivem ali em cima... acho que o sorriso destes dois monges é o reflexo da paz que ali vivem e esse deve ser o segredo da felicidade...’
O ser humano precisa de meditar, como falávamos anteriormente, precisa de ‘desligar’ durante uns minutos por dia para se sentir por dentro, para retomar as raízes, para se ‘retomar’ a si próprio.
Redimensionar a nossa vida e as situações que nos rodeiam é um passo importante no quotidiano, já que estamos todos sobrecarregados de trabalho, emoções, sentimentos, percepções, e para poder estar centrados e focar devidamente as energias diárias devemos concedermo-nos um tempo, todos os dias, para sentirmo-nos.
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domingo, 20 de maio de 2018
... :-)
A vida começa como uma conquista, primeiro para fecundar o óvulo. Vai tudo à conquista. Assim que nascemos, começamos a conquistar com os nossos métodos naturais o nosso ambiente, às vezes com um sorriso, às vezes com um choro, por vezes basta uma expressão na cara, um olhar, e a partir de esse momento tudo pode acontecer.
O que a vida tem de interessante é que nunca sabemos o que ela nos tráz, mas cada vez somos mais conscientes de que no fundo somos nós que escolhemos o tipo de emoção que queremos sentir, e o tipo de situação que queremos viver.
É tão fácil dar, sem esperar nada em troca. Estar em sintonia com universo significa exactamente isso, o universo dá-nos tudo e não espera nada em troca, é tão fácil que se torna assustador. O universo só espera que sejamos inteligentes para usar as ferramentas que nos está a dar, porque ele é eterno e quer continuar a sê-lo, a sobrevivência do universo como um todo vivo também depende de nós, somos um todo, um absoluto e dependemos totalmente uns dos outros, conectados como ilhas.
Fomentar a nossa energia interna é a nossa maior responsabilidade, não nos acomodarmos na sensação de ‘já chega’. Somos como as árvores, elas extraem a ‘energia’ da terra e estão em constante crescimento. As árvores são sábias, tal como a terra o é, tal como nós o somos.
Agradecer sempre, é uma parte fundamental de qualquer percurso. Ser humildes. Quem é humilde é um sábio prestes a aflorar para a vida como ser íntegro, pronto para dar tudo, confiando sempre que tudo vai ser maravilhoso.
Ao usar este tipo de palavras constantemente em todas partes, observamos o efeito espectacular que causa na vida de quem nos rodeia e na nossa própria vida. Falar de amor, tesouros, harmonia, família, amigos, pessoas lindas e maravilhosas que ajudaram no nosso percurso, que nos tornaram no ser maravilhoso que somos hoje. O que é verdadeiramente importante é quem somos hoje, agora.
Estarmos sincronizados com o todo, com o nosso ser e com os seres que nos rodeiam. Estarmos sincronizados com os nossos sentimentos, exprimir os sentimentos e arriscarmos. Sentirmos que pertencemos a um todo e que o todo nos pertence.
Ouvir o bater do nosso coração e deixar que os outros o possam ouvir também.
Seguir o nosso pulsar, onde quer que ele vai, o pulsar é sábio e quer o melhor para nós. Seguir e aprender com a nossa intuição, mas observar sempre e fazer tudo o que ponha a nossa mente a sorrir. Quando a nossa mente é feliz, somos felizes e fazemos felizes os outros. Mas neste caso estamos a falar de um estado mental. A mente é feliz, e deve procurar divertir-se com tudo aquilo que faz e o que acontece à sua volta, esse é o grande objectivo.
Não sermos egoístas, não fazermos as coisas porque esperamos alguma coisa em troca, fazer pelo prazer de fazer, sentir prazer absoluto no presente, o presente é uma dádiva absoluta, o prazer é uma ferramenta absoluta.
O que a vida tem de interessante é que nunca sabemos o que ela nos tráz, mas cada vez somos mais conscientes de que no fundo somos nós que escolhemos o tipo de emoção que queremos sentir, e o tipo de situação que queremos viver.
É tão fácil dar, sem esperar nada em troca. Estar em sintonia com universo significa exactamente isso, o universo dá-nos tudo e não espera nada em troca, é tão fácil que se torna assustador. O universo só espera que sejamos inteligentes para usar as ferramentas que nos está a dar, porque ele é eterno e quer continuar a sê-lo, a sobrevivência do universo como um todo vivo também depende de nós, somos um todo, um absoluto e dependemos totalmente uns dos outros, conectados como ilhas.
Fomentar a nossa energia interna é a nossa maior responsabilidade, não nos acomodarmos na sensação de ‘já chega’. Somos como as árvores, elas extraem a ‘energia’ da terra e estão em constante crescimento. As árvores são sábias, tal como a terra o é, tal como nós o somos.
Agradecer sempre, é uma parte fundamental de qualquer percurso. Ser humildes. Quem é humilde é um sábio prestes a aflorar para a vida como ser íntegro, pronto para dar tudo, confiando sempre que tudo vai ser maravilhoso.
Ao usar este tipo de palavras constantemente em todas partes, observamos o efeito espectacular que causa na vida de quem nos rodeia e na nossa própria vida. Falar de amor, tesouros, harmonia, família, amigos, pessoas lindas e maravilhosas que ajudaram no nosso percurso, que nos tornaram no ser maravilhoso que somos hoje. O que é verdadeiramente importante é quem somos hoje, agora.
Estarmos sincronizados com o todo, com o nosso ser e com os seres que nos rodeiam. Estarmos sincronizados com os nossos sentimentos, exprimir os sentimentos e arriscarmos. Sentirmos que pertencemos a um todo e que o todo nos pertence.
Ouvir o bater do nosso coração e deixar que os outros o possam ouvir também.
Seguir o nosso pulsar, onde quer que ele vai, o pulsar é sábio e quer o melhor para nós. Seguir e aprender com a nossa intuição, mas observar sempre e fazer tudo o que ponha a nossa mente a sorrir. Quando a nossa mente é feliz, somos felizes e fazemos felizes os outros. Mas neste caso estamos a falar de um estado mental. A mente é feliz, e deve procurar divertir-se com tudo aquilo que faz e o que acontece à sua volta, esse é o grande objectivo.
Não sermos egoístas, não fazermos as coisas porque esperamos alguma coisa em troca, fazer pelo prazer de fazer, sentir prazer absoluto no presente, o presente é uma dádiva absoluta, o prazer é uma ferramenta absoluta.
sábado, 19 de maio de 2018
Livro...
A alegria e o amor são as soluções para todos os problemas da humanidade, a confiança em dar, sem medo de perder, a entrega total ao universo, que está sempre do nosso lado e que não nos quer fazer mal.
Os nossos piores inimigos muitas vezes somos nós próprios e os pensamentos que emitimos.
Devemos aprender a controlar a nossa mente e a nossa vida antes que ela tome conta de nós.
Perdoar, esquecer, sentir, sentir até ao fundo todas as emoções que passam por nós, e não ter medo de nos mostrarmos tal como somos, já que ter máscaras é meio caminho andado para tudo correr mal e é um grande desgaste de energia absolutamente desnecessário, se bem que cada pessoa decide qual é o tempo certo para realizar mudanças na sua vida, interiores e exteriores.
Outro dos pensamentos que ultimamente formam parte do meu ser e que partilho com todo o meu amor, é que devemos aprender a usar o mínimo de energia para obter o máximo resultado, e podemos aplicar esta teoria a todos os níveis na nossa vida, no trabalho, conhecer tão bem o que fazemos e estar tão focados no que fazemos que simplesmente um pensamento bem emitido pode resolver uma situação sem necessidade de desgastar os nossos colegas, equipa, amigos etc.
Nas relações com os outros é a mesma situação. Quando conhecemos alguém, interessamo-nos por conhecê-lo melhor e saber como, com o mínimo esforço pela nossa parte e pela parte do outro, podemos desfrutar muito mais dos momentos de partilha e de convívio.
Não fechar as portas de entrada, deixar sempre um ponto de observação tal como as nossas portas em casa têm, para ver quem tocou à campainha, para ver quem está aí em frente a chamar por nós e o que ele ou ela têm para nos dizer. Cultivar a curiosidade, como motor de expansão para a nossa criatividade e como motor de expansão para a nossa imaginação. Sem sonhos não há nada feito, quem não sonha, até acordado, também está a perder um tempo precioso e uma energia fabulosa.
Já imaginaram o que seria da humanidade sem sonhadores?
Que seria da humanidade sem curiosos que queiram ir mais além do que já se sabia até ao momento em que alguma situação despertou essa curiosidade?
A curiosidade é inata em todos os seres humanos e é uma ferramenta fantástica, tal como a criatividade, a imaginação e os sonhos. Se tomaram consciência neste momento das minhas palavras, por favor comecem a pôr tudo o que já leram até aqui em prática, já que sem prática não há mestres, sem trabalho e sem esforços não há sábios e todos nós temos um sábio cá dentro à espera de se mostrar.
E quando digo todos, digo mesmo todos, sem excepção. O simples facto de estarmos vivos é um elogio do universo a nós e uma excelente oportunidade para sentir o que ele tem para nos oferecer.
Os nossos piores inimigos muitas vezes somos nós próprios e os pensamentos que emitimos.
Devemos aprender a controlar a nossa mente e a nossa vida antes que ela tome conta de nós.
Perdoar, esquecer, sentir, sentir até ao fundo todas as emoções que passam por nós, e não ter medo de nos mostrarmos tal como somos, já que ter máscaras é meio caminho andado para tudo correr mal e é um grande desgaste de energia absolutamente desnecessário, se bem que cada pessoa decide qual é o tempo certo para realizar mudanças na sua vida, interiores e exteriores.
Outro dos pensamentos que ultimamente formam parte do meu ser e que partilho com todo o meu amor, é que devemos aprender a usar o mínimo de energia para obter o máximo resultado, e podemos aplicar esta teoria a todos os níveis na nossa vida, no trabalho, conhecer tão bem o que fazemos e estar tão focados no que fazemos que simplesmente um pensamento bem emitido pode resolver uma situação sem necessidade de desgastar os nossos colegas, equipa, amigos etc.
Nas relações com os outros é a mesma situação. Quando conhecemos alguém, interessamo-nos por conhecê-lo melhor e saber como, com o mínimo esforço pela nossa parte e pela parte do outro, podemos desfrutar muito mais dos momentos de partilha e de convívio.
Não fechar as portas de entrada, deixar sempre um ponto de observação tal como as nossas portas em casa têm, para ver quem tocou à campainha, para ver quem está aí em frente a chamar por nós e o que ele ou ela têm para nos dizer. Cultivar a curiosidade, como motor de expansão para a nossa criatividade e como motor de expansão para a nossa imaginação. Sem sonhos não há nada feito, quem não sonha, até acordado, também está a perder um tempo precioso e uma energia fabulosa.
Já imaginaram o que seria da humanidade sem sonhadores?
Que seria da humanidade sem curiosos que queiram ir mais além do que já se sabia até ao momento em que alguma situação despertou essa curiosidade?
A curiosidade é inata em todos os seres humanos e é uma ferramenta fantástica, tal como a criatividade, a imaginação e os sonhos. Se tomaram consciência neste momento das minhas palavras, por favor comecem a pôr tudo o que já leram até aqui em prática, já que sem prática não há mestres, sem trabalho e sem esforços não há sábios e todos nós temos um sábio cá dentro à espera de se mostrar.
E quando digo todos, digo mesmo todos, sem excepção. O simples facto de estarmos vivos é um elogio do universo a nós e uma excelente oportunidade para sentir o que ele tem para nos oferecer.
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