terça-feira, 12 de junho de 2018

Foco nos Benefícios do Riso


Cá vão alguns dos benefícios da prática do Yoga do riso:

 Proporciona o relaxamento físico e mental.
 Passamos do sistema simpático ao parassimpático.
 Seguimos as nossas emoções e transformamo-las.
 Oxigenamos o corpo através da gargalhada.
 Limpa os pulmões porque elimina dióxido de carbono.
 Facilita a digestão.
 Alivia os sintomas de stress, desgaste, ansiedade e ataques de pânico.
 Método recomendado por cardiologistas.
 Renovação da motivação e do estado de espírito.
 Maior desempenho a nível pessoal e profissional.
 Aumento de energia e resistência ao stress.
 Enriquecimento da qualidade e equilíbrio entre vida e trabalho.
 Aumento da criatividade e humor.
 Maior capacidade de reter e relembrar informação.
 Grande entusiasmo e participação em sessões interactivas.
 Proporciona a sensação de bem-estar durante todo o dia.
 Aprendemos a trazer um sorriso na nossa cara.
 Ajuda a ultrapassar as inibições de cada um.
 Desenvolve a autoconfiança e as qualidades de liderança entre os participantes.
 Ajuda a melhorar problemas cardiovasculares e problemas respiratórios.
 Prevenção de estados depressivos.
 Favorece a segregação de endorfinas
 Favorece as relações humanas, familiares e com os amigos.
 Transformamos emoções como a raiva, o medo, os ciúmes ou a tristeza em emoções positivas como amor, amizade, perdão e compaixão.
 Prevenção de cancro devido à oxigenação das células do nosso corpo.
 O riso conecta o corpo, a mente e a alma e conecta-nos com outros seres humanos.
 É uma meditação activa que reequilibra o nosso corpo e a nossa mente.

Há uma grande conexão entre o corpo e a mente. Se está triste, não se deixe ficar no sofá, saia à rua e caminha, mantenha sempre o físico ocupado e exercitado, ter actividade mudará os seus pensamentos. Quando apareça uma ideia, faça, acredite que é possível fazer.

Há uma diferença grande entre alegria e felicidade, que passo a explicar:

Ser feliz é quando obtém aquilo que procura, depende das condições e é um fenómeno de adaptação. Baseia-se nos desejos da mente. Não é muito duradouro e é uma ideia que vem do passado e pensa no futuro, mas nunca no momento presente.

A alegria trata do momento presente. Trata-se de querer ter diversão, de ter poder de decisão sobre querer divertir-se com a vida, trata-se de se sentir bem e de ter bons sentimentos.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Pink Monday :-)

Uma das características que mais me agrada no movimento do yoga do riso é que não funciona com uma base política, religiosa ou governamental, pelo que o sentimento de liberdade de expressão é muito mais elevado, o que me parece fundamental. O ser humano é livre por natureza.

Quando conheci o yoga do riso, estava a passar pela recuperação de um esgotamento e ajudou-me muito no processo de cura. Tinha engordado imenso com a medicação e sentia-me muito desanimada. A praticar o riso perdi dez quilos num ano e renovei a minha vida de uma forma espectacular. Mudei comportamentos, atitudes e sentia-me muito melhor. Praticava todos os dias directa ou indirectamente e as pessoas que estavam por perto ficavam contagiadas com a minha disposição, era um fenómeno muito interessante. O fortalecimento do meu sistema imunológico era óbvio, constipava-me menos, sentia-me segura, com maior autoconfiança, resumindo: feliz, e a pensar em fazer felizes os outros, aconselhando-os até a levar a vida menos a sério e a ter o objectivo de trabalhar por prazer e não para obter fama ou dinheiro. Fiz de tudo, ajudei inclusive a criar um projecto de acção social em Lisboa onde fazíamos sessões de riso em lares de terceira idade. Era maravilhoso ver como dar e rir eram sem dúvida o melhor remédio.

O projecto, que era uma ideia muito simples, estava a ser um sucesso e com a ajuda de voluntárias cresceu imenso. Isto tudo fazia crescer o meu entusiasmo dia a dia, e de toda a gente que me rodeava também. Quando estamos bem, tudo à nossa volta corre bem. Acontece que passou este ano de ‘non stop’ e fui fazer o curso de Professora de Líderes de Riso pela Escola do Dr. Madan Kataria, que foi um curso maravilhoso na Suiça e quando voltei da viagem tive um acidente no qual parti o meu fémur, como acabei de comentar e neste momento estou em Espanha, pensando que se calhar esta pausa me está a ajudar a escrever este livro e a criar esta partilha com vocês. Sinto que a minha recuperação física está a ajudar também a minha recuperação psicológica e vice-versa, o facto de não me ter deprimido nunca no processo de reabilitação está a ser fundamental.

Queria informar e aproveito para dizer, que nunca se deve deixar a medicação, quando estamos praticando yoga do riso, só quando os médicos considerem oportuno, já que o riso não cura, ajuda só no processo de cura. Este conselho é muito importante, por favor tome nota e se a sua doença é grave em vários aspectos físicos como mentais explique sempre ao seu médico o que está a fazer e tenha a sua confirmação que não há problemas em assistir às sessões de riso. Fale também com o líder de riso antes de começar a sessão para ele/a o guiar.

Tenho plena consciência de que sem os conhecimentos de risoterapia que tenho hoje em dia, que considero que ainda são primários, a minha vida não estaria neste momento tão estável. Por isso desde o fundo do meu coração vos digo, pratiquem rir e não ficar irritados com as situações, e já sabem que o lema do yoga do riso é fingir, fingir até atingir. Pode ser que hoje não lhe apeteça rir, mas tente na mesma, até que o seu corpo se habitue e não queira mais nada. Sentirá muitas mudanças na sua vida e à sua volta. Iremos falando sobre isto tudo na continuação.

domingo, 10 de junho de 2018

Página 20 :-)

O meu sistema imunológico estava forte e sem dúvida suportou muito bem a operação e o recobro. Rapidamente e apesar da medicação que tomava reagi e continuei a preparar as minhas formações, mantive a ligação com os meus amigos todos, contactos, etc., e nos primeiros dias chorei, porque me sentia triste mas em noventa por cento do tempo mantive-me forte e até cheguei a ensinar pequenos exercícios no hospital e fiz uma pequena sessão de riso para todos os doentes do meu bloco operatório antes de me ir embora.

O riso fortifica-nos o corpo e fortifica-nos a alma e a mente também. Estimula a medicação que tomamos pelo que o efeito da mesma é superior. A nossa disposição perante as dificuldades é absolutamente incrível, o nosso poder de aceitação de que há momentos em que é a própria vida que decide, e o nosso poder de adaptação também aumentam, ou seja, todos os benefícios que estive a promover durante as minhas sessões me convertiam, sem querer, num exemplo de que eles funcionam.

Como medida preventiva é excelente já que foi do que me serviu neste caso, prevenção do meu estado emocional e de não entrar completamente em colapso. Claro que nunca podemos esquecer o esforço dos médicos, dos medicamentos, dos amigos e dos familiares, mas através do riso temos uma ferramenta para nos ajudarmos e não entrarmos em maus lençóis.

O riso também me ajuda a abrir de novo o meu humilde conhecimento filosófico, a conhecer pessoas novas relacionadas com curas alternativas e a conhecer-me melhor e mais profundamente.
Nós decidimos rir e podemos rir sobre tudo o que quisermos, e melhor ainda, não precisamos de um motivo para rir, nem de sentido de humor sequer. Rir é conectar com os outros e é inato, é um acto social e tribal de união entre os seres humanos. Quando rimos com outra pessoa as barreiras desaparecem e ficamos mais perto dela. Rir é contagioso e é uma emoção muito poderosa, ficamos mais conscientes e não pensamos, pelo que vivemos o nosso momento presente. Ficamos livres de nos expressarmos a nós próprios.

Um dos motivos que está a deixar a sociedade doente é que não temos espaço para exprimir as nossas emoções e estamos a esquecer como expressar as mesmas. O yoga do riso trata-se de uma cura holística, que nos ‘cura’ na totalidade: o corpo, a mente e o espírito.

O yoga do riso começou em Mumbai no ano 1995 num jardim, com cinco pessoas. Mumbai é uma cidade com muito stress, com 15 milhões de habitantes é muito bom encontrar um sítio onde se possa exprimir as nossas emoções. Isto foi o que fez o Dr. Madan Kataria com a sua querida esposa Madhuri e mais três amigos. Reuniam-se num parque e contavam anedotas. Pouco a pouco, as pessoas que passavam pelo jardim ficavam curiosas e juntavam-se a eles, até que um dia deixaram de contar anedotas e passaram directamente a fazer exercícios de respiração ligados a exercícios do riso, de mímica e a rir sem motivo, logo antes de ir para o trabalho.

Neste momento há 5.000 clubes do riso espalhados por 55 países em todo o mundo.

À parte disso, há muitas pessoas em formação que estão interessadas em juntar ao seu kit de cura o riso, tais como psicólogos, profissionais hospitalares, profissionais de PNL, animadores sócio culturais, etc.

sábado, 9 de junho de 2018

Bom dia!!!

Um recurso constante que tenho adaptado e que me serve muito é ver o quadro, o meu próprio quadro desde fora… como muda então a perspectiva, e de que maneira extraordinária. E sobre tudo, porque ainda não atingi aquilo que pretendo dentro de mim, é ver como escolho o meu mundo exterior. Imaginem-se frente a um pôr-do-sol numa praia, o mar e a areia. Para uma mente que está a trabalhar o pensamento positivo será algo maravilhoso, um momento de paz e de estar connosco próprios, de sentir e vivenciar o presente na totalidade e em plenitude. A beleza do mar, do Sol a deixar passo à Lua, do dia a dar licença à noite, as ondas a inundar o nosso pensamento e o doce som do mar, que tanta Paz transporta, ao mesmo tempo que tanta Vida.

Mas quem queira tirar partido negativo da mesma situação, pode tirar, pode se sentir incomodado porque o dia está a acabar e a noite é horrível, não há nada de interesse na noite, e a areia da praia é super incomodativa, já por não falar do barulho que fazem as ondas do mar….mas que chatice!!!

 Mas como é possível?
 Em que altura perdemos o nosso eixo?

Por favor, cultive a beleza que há dentro de si, e ponha essa beleza cá para fora porque é fundamental para todos nós. No fundo a mensagem base que desejo transmitir é que cultivando a nossa felicidade e a nossa Paz interior conseguiremos finalmente contagiar tudo e todos e teremos uma vida muito mais plena.

 Há alguma sensação melhor?

Se há por favor partilhe comigo, porque ainda não cheguei lá, e o conhecimento é algo que me interessa e me preocupa de uma maneira absoluta. O conhecimento, tal como a felicidade, é o motor da minha vida. E o conhecimento é infinito.

Um dia, o yoga do riso entrou na minha vida, na pessoa de uma das minhas grandes amigas e eu empenhei-me na tarefa de divulgar os benefícios, praticar sessões, dinamizar grupos. Adoro ter este prazer no meu dia-a-dia e realmente o riso é ter algum tipo de filosofia na vida e ajuda na nossa sobrevivência e no nosso bem-estar.

Durante aproximadamente um ano realizei inúmeras sessões, e quis crescer, como é natural. Fui fazer uma formação na Suiça e no dia em que voltei tive um acidente no qual parti o fémur, tive uma queda horrível. A ferida era muito complicada de operar mas tive uma enorme sorte com a equipa médica que me assistiu, a operação correu muito bem e claro, apesar da gravidade, em aproximadamente 6 meses de controlo e reabilitação tudo voltaria ao normal.

Tenho poucas certezas na vida mas esta é uma das que tenho: foi graças a praticar riso durante este ano todo que eu reagi bem a tudo o que aconteceu após a minha queda. Tive que vender a minha mobília toda, tive que mudar de país, tive horas de solidão imensas com saudades dos meus amigos, mas durante todas essas decisões estive lúcida, bem-disposta e tranquila, com uma força pouco habitual para quem esteja a perder tudo o que construiu na vida, por pouco que seja.

quarta-feira, 6 de junho de 2018

+ uma página para um dia de semi-chuva :-)


Chorar. Chorar é uma emoção, a questão é quando e porque choramos, e a duração. Às vezes significa que nos comove o que acontece, o que é natural. Se choramos de dor ou de raiva é porque o nosso corpo precisa de expressar as emoções e isso não quer dizer que não estamos no percurso certo.
Também é importante prestar atenção às coisas que reflectimos.

O que tem acontecido é que as emoções ainda não estão integradas na razão. Estamos todos reprimidos porque ainda não integrámos a mente vital e a racional, tal como falávamos umas páginas atrás. As nossas emoções ainda não estão integradas na nossa mente. Devemos prestar atenção ao racional e o emocional. Assim acabaremos com a dualidade e uniremos o feminino ao masculino. O coração preocupar-se-á com a mente e a mente preocupar-se-á com o coração.

Este poderá ser o próximo passo na evolução como espécie humana, como já comentei. E bem pensado, e bem sentido, faz todo o sentido. A nossa mente pode dizer-nos para ir por este caminho ou por aquele, mas se a nossa intuição e a nossa emoção nos dão um toque, nos chamam a atenção, pensamos logo duas vezes, o que é extraordinário.

“Os nossos olhos tornam-se belos quando já não podem ver a negatividade e só vêm a beleza divina de cada ser.”

Mas que frase linda. Acho que é outra das frases mais belas que já ouvi. Pensem e sintam-na.

“Uma pessoa que decide ser feliz é extremamente criativa.”

Devemos ser humildes e reconhecer que escolhemos o nosso estado de espírito, o que nos levará a reaprender a gerar as nossas próprias emoções positivas. Podemos, assim, participar na transformação dos valores culturais podendo fazer evoluir o sistema ideológico dominante.

Se partimos do princípio de que somos o ponto de partida, de dentro para fora, isto quando estamos saudáveis mentalmente e não tenho dúvidas que estamos, imaginem o poder que temos de transformar, já que no momento em que começamos a transformar a nossa própria vida, começamos a transformar a nossa realidade, estamos já modificando o presente, o momento, o nosso e o dos outros.
Não é fantástico? De que podemos então ter medo? De que nos serve o medo? Absolutamente de nada e para nada. O medo é uma ferramenta política para manter o ser humano colapsado perante a sua própria realidade. É o que eles transmitem, e nós acreditamos que estamos permanentemente sujeitos às emoções dos outros, o que é uma mentira porque tudo dependerá do que somos capazes de fazer com essa realidade que nos é apresentada.

Uma das minhas melhores amigas não vê televisão há anos, ela é extremamente criativa, mas num nível difícil de atingir, já que não é influenciada pelos elementos externos que a televisão nos quer ‘vender’. Ela dedica todo esse tempo, que antes gastava mal, em ‘produzir’ criatividade à sua volta, e acreditem que ela consegue muito bem. Já agora ela também pratica a técnica do Yoga do riso.

terça-feira, 5 de junho de 2018

Partilha, pensa com abundância ;-)

E aquele dia torna-nos de novo sábios, como éramos quando nascemos. Nos maiores sábios, porque não sabíamos nada, mas no fundo sabíamos tudo, porque estávamos abertos e receptivos para aprender. Estar abertos a aprender demonstra uma grande sabedoria. Um dia percebemos, simplesmente, que tínhamos percebido.

Uma das frases que mais me iluminou e que ouvi num seminário muito interessante foi que quando descobrimos o nosso verdadeiro potencial nada nos pára, nada nos mexe do nosso equilíbrio, porque de repente estamos completamente determinados e clarificados. A partir de esse dia, tudo se torna óbvio e tudo acontece para ajudar a cumprir a nossa missão. Quando digo tudo, digo tudo, até o mínimo pormenor faz parte. Até o mais pequeno sofrimento ajudou a estar nesse lugar, até o mais pequeno sorriso estava lá para e por um motivo que não entendíamos até que entendemos.

Quando entendemos, tudo se torna mais fácil, TUDO SE TORNA.

O importante é abrir, abrir profundamente a nossa mente para que novas ideias entrem e façam parte. O nosso consciente, como bem disse Freud, é a ponta de um iceberg, e o nosso inconsciente é enorme. Podemos estar no mesmo espaço sem ver uma pessoa, mas a conexão realiza-se a nível inconsciente simplesmente pelo facto de partilharmos o espaço mental. Passado um tempo, essa pessoa pode mesmo vir a fazer parte da nossa vida de alguma forma.

Nada é por acaso.

Todos estamos unidos na consciência universal mas não o experimentamos por causa da nossa mente, da nossa memória, dos nossos complexos, dos nossos conflitos. A mente não nos permite conectar-nos e é por isso que devemos deixar a mente em paz e quieta para que assim a consciência se possa manifestar. Conseguimos ‘parar’ a nossa mente quando meditamos, por exemplo, entre outras coisas. É por isso que meditar e respirar devidamente são importantes nos tempos que correm, onde a nossa mente trabalha a um ritmo alucinante, e nos cria um grande desgaste a todos os níveis. Aprofundar o que sentimos, aprofundar a emoção, aprofundarmo-nos como seres totais.

Se deixarmos desenvolver a nossa percepção, podemos adquirir a habilidade de ver determinadas coisas que de outro modo não veríamos.

Devemos manter a mente sempre alegre.

Para isto podemos cultivar as seguintes emoções positivas:

 A amizade é um dos maiores tesouros que a vida nos oferece.
 A compaixão, ajudarmos quem está nesse momento num estado mais desfavorecido que o nosso. Elevar o ânimo da pessoa.
 A Alegria, porque é o maior motor para estarmos vivos. E ainda por acima é contagiante, pelo que outros nos acompanharão nesse percurso, já que toda a gente quer ser feliz e estar alegre. Descobrir as ferramentas e as potencialidades dentro de nós, cultivar e atingir o bem-estar.

domingo, 3 de junho de 2018

Acordar a Rir continua...

Há uma frase muito bonita que cada vez faz mais sentido na minha vida que é a seguinte:

“Quando o aluno está preparado, o mestre chega”

De certa forma, na nossa vida isso acontece em cada momento. Até a nível do inconsciente atraímos determinadas situações e não outras. E um dia tudo começa a fazer sentido, é como um ‘click’. É como o nosso ‘momento’. Aquele momento que tanto aguardava, e que para alguns de nós se manifesta de uma forma, para outros de outra, dependendo do que viemos cá ‘fazer’, ou melho, ‘ser’.
Muitos dias andamos no desespero e como se estivéssemos meio perdidos, não entendemos o que é que se passa e porque é que andamos assim, porque estamos a aprender, e a aprendizagem muitas vezes leva uma parte de dor, mas uma vez aprendida a lição, tudo toma um novo sentido e um novo rumo e começamos a perceber o porquê das situações. Já partilhei momentos intensos com amigas e amigos e chegámos a esta conclusão, à qual é simples de chegar, mas difícil de admitir. Partilho com todo o meu amor:

“Os momentos mais duros e difíceis da minha vida, foram, sem dúvidas, os momentos que mais me fizeram aprender e crescer”

É claro que é duro, e claro que é difícil admitir as nossas ‘fragilidades’ perante os outros, mas também acredito piamente que as nossas ‘fragilidades’ são as nossas maiores fortalezas. A vida não é nunca tão cruel que nos faça passar um mau bocado se não for para o nosso estar bem. E reparem bem no fundo de vocês, aqueles momentos de pouca glória, um dia, tornaram-vos mais gloriosos do que alguma vez imaginaram. E nem sequer sabíamos, e nem sequer estava previsto…

Nem tudo tem uma explicação lógica. Muitas vezes irrito-me com o “Penso, logo existo”. Sim, porque eu por vezes irrito-me, e outras tenho mau feitio, sou um ser humano, cheio de emoções de todo tipo. Gostava de ter o poder de mudar essa frase e dizer, “Sinto, logo existo”. Claro que a nossa mente é muito importante, mas o resto também é. Daí a importância de pensar na cura como a cura do todo, unir corpo e mente. Alguns cientistas que estudam física quântica já dizem que no processo evolutivo isto acontecerá daqui a aproximadamente 300 anos, sendo muito positivos. Esta recente descoberta é muito importante e podem ampliar a informação sobre ela vendo o filme “What the bleep do we know?”. Aconselho vivamente, já que é muito interessante e aprende-se muito com os cientistas que aparecem nele.

É um facto hoje em dia que cada vez usamos mais este tipo de linguagem. É quase uma obrigação de todos os que partilhamos o meio de desenvolvimento pessoal partilhar conhecimentos, directa ou indirectamente. Na partilha e no saber dar está a nossa maior riqueza. A maior riqueza que nós temos está dentro de nós, já nascemos com ela, só que complicamos a nossa vida de tal forma, que acabamos por esquecer a nossa essência.

Mas a nossa essência não se esquece de nós, e um dia bate à porta, naquele dia, aquele dia que nunca mais esquecemos.

Yoga do Riso - Rir pelo Planeta