segunda-feira, 11 de junho de 2018

Pink Monday :-)

Uma das características que mais me agrada no movimento do yoga do riso é que não funciona com uma base política, religiosa ou governamental, pelo que o sentimento de liberdade de expressão é muito mais elevado, o que me parece fundamental. O ser humano é livre por natureza.

Quando conheci o yoga do riso, estava a passar pela recuperação de um esgotamento e ajudou-me muito no processo de cura. Tinha engordado imenso com a medicação e sentia-me muito desanimada. A praticar o riso perdi dez quilos num ano e renovei a minha vida de uma forma espectacular. Mudei comportamentos, atitudes e sentia-me muito melhor. Praticava todos os dias directa ou indirectamente e as pessoas que estavam por perto ficavam contagiadas com a minha disposição, era um fenómeno muito interessante. O fortalecimento do meu sistema imunológico era óbvio, constipava-me menos, sentia-me segura, com maior autoconfiança, resumindo: feliz, e a pensar em fazer felizes os outros, aconselhando-os até a levar a vida menos a sério e a ter o objectivo de trabalhar por prazer e não para obter fama ou dinheiro. Fiz de tudo, ajudei inclusive a criar um projecto de acção social em Lisboa onde fazíamos sessões de riso em lares de terceira idade. Era maravilhoso ver como dar e rir eram sem dúvida o melhor remédio.

O projecto, que era uma ideia muito simples, estava a ser um sucesso e com a ajuda de voluntárias cresceu imenso. Isto tudo fazia crescer o meu entusiasmo dia a dia, e de toda a gente que me rodeava também. Quando estamos bem, tudo à nossa volta corre bem. Acontece que passou este ano de ‘non stop’ e fui fazer o curso de Professora de Líderes de Riso pela Escola do Dr. Madan Kataria, que foi um curso maravilhoso na Suiça e quando voltei da viagem tive um acidente no qual parti o meu fémur, como acabei de comentar e neste momento estou em Espanha, pensando que se calhar esta pausa me está a ajudar a escrever este livro e a criar esta partilha com vocês. Sinto que a minha recuperação física está a ajudar também a minha recuperação psicológica e vice-versa, o facto de não me ter deprimido nunca no processo de reabilitação está a ser fundamental.

Queria informar e aproveito para dizer, que nunca se deve deixar a medicação, quando estamos praticando yoga do riso, só quando os médicos considerem oportuno, já que o riso não cura, ajuda só no processo de cura. Este conselho é muito importante, por favor tome nota e se a sua doença é grave em vários aspectos físicos como mentais explique sempre ao seu médico o que está a fazer e tenha a sua confirmação que não há problemas em assistir às sessões de riso. Fale também com o líder de riso antes de começar a sessão para ele/a o guiar.

Tenho plena consciência de que sem os conhecimentos de risoterapia que tenho hoje em dia, que considero que ainda são primários, a minha vida não estaria neste momento tão estável. Por isso desde o fundo do meu coração vos digo, pratiquem rir e não ficar irritados com as situações, e já sabem que o lema do yoga do riso é fingir, fingir até atingir. Pode ser que hoje não lhe apeteça rir, mas tente na mesma, até que o seu corpo se habitue e não queira mais nada. Sentirá muitas mudanças na sua vida e à sua volta. Iremos falando sobre isto tudo na continuação.

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