quinta-feira, 14 de junho de 2018

Sem máscaras...

Esqueça a felicidade, procure a alegria. Se tem uma atitude mental alegre, tudo à sua volta funcionará.

Não faça jogos consigo mesmo nem com os outros, seja honesto.
Coloque objectivos na sua vida e visualize-se como uma pessoa que está a contribuir para obter um mundo melhor.
Não crie expectativas. Alguma coisa acontece quando estamos a agir. Continue a agir e tenha valores espirituais. Acredite que está protegido e que se lhe acontece alguma coisa, terá seres humanos à sua volta que o protegerão também.

Quando estamos com pensamentos negativos tudo nos parece negativo. Quando estamos com bons sentimentos tudo parece maravilhoso. Devemos activar os bons químicos do corpo usando as nossas boas intenções. Quando estamos a rir estamos a desenvolver o nosso sentido de humor que é a habilidade de expressar algo de engraçado.

A conexão entre o riso e o yoga é a respiração, e como sabemos, não respirar suficientemente fundo é outro dos motivos que nos deixa doentes. Podem encontrar exercícios maravilhosos de respiração praticando hatha-yoga se quiserem aprofundar essa área.

Muitos de vocês se perguntarão “o que é realmente o yoga do riso?”

Tentarei explicar brevemente, já que se trata de uma nova área, um novo conceito, apenas com dez anos de idade, e nasceu porque toda a gente pode rir sem motivo. O que acontece numa sessão de riso é que rimos em grupo, o que é altamente contagioso e um poderoso factor transformador, combinando exercícios de respiração com exercícios de riso. A sessão começa como uma onda de energia que vai crescendo e depois diminui, devemos sempre acabar com uma meditação para relaxar e fazer grounding, já que quando rimos libertamos muita energia. Durante a sessão passamos do sistema simpático ao sistema parassimpático e libertamos endorfinas que nos trazem uma agradável sensação de bem-estar.

O grounding serve-nos para equilibrar de novo. Numa sessão as pessoas divertem-se muito, encontram-se, são amáveis umas com as outras, olham nos olhos umas das outras. Os gestos que praticamos são engraçados e ao mesmo tempo criativos e alegram-nos. Não tentamos ser divertidos. O que realmente queremos é ‘rir com outros’ e não ‘dos outros’. Quando rimos com os outros estamos a ser saudáveis, e quando somos saudáveis atraímos tudo de bom.

Outro dos lemas que adoro do movimento do yoga do riso é que se promove muito o sermos nós próprios, o que inclui o respeito pelos nossos valores e pelos valores dos outros. Deixamos de ser críticos e começamos a ser construtivos, de modo geral. E voltamos a sentir amor, amor incondicional por todos os seres humanos, e voltamos a saber perdoar.

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