terça-feira, 22 de maio de 2018

:-)

É fácil sentir os outros, olhar para o outro, às vezes culpar os outros e não admitir que todos fazemos parte de todos, directa e indirectamente. Não podemos esquecer que somos comodistas e o nosso principal objectivo na vida deveria ser estar, estar plenamente, e estar bem, aconteça o que acontecer, gerir os assuntos de uma forma sempre simplificada para deixar fluir tudo o que se passa.
Para quê escolher então o caminho mais fácil?

Chore quando for preciso, sinta a tristeza como se fosse uma verdadeira lição da alegria, elas vão de mão dadas, e interagem em plenamente. Chorar é uma das emoções mais belas que já encontrei na minha vida. Vamos à tristeza por um tempo e depois voltamos à alegria, não queremos ficar na tristeza sempre.

Hoje pensei uma coisa absolutamente determinante, e que foi o motor absoluto deste texto que estou a escrever:

Por exemplo, temos medo das noites em branco, da loucura, da infidelidade do marido ou da mulher, da falta de trabalho, da falta de dinheiro, da fome no mundo, da pobreza, de sermos fracassados… Cá vai ele:

Todos esses medos devem ser vividos e exprimidos dentro de nós.

Aceite essa insónia, pode ser que por vezes o nosso corpo queira falar consigo próprio e não tenha mais nenhum momento para o fazer porque está todo o dia tão ocupado. A loucura faz parte de todos nós, aceite-a, sinta-a, pode ser que esse pormenor o faça ser diferente da maioria, não tenha medo, sinta, desfrute desse momento de loucura com prazer. Prazer, alegria, riso. A perda de um trabalho pode ser uma porta aberta para encontrar a sua verdadeira vocação, observe porquê, e como aconteceu, observe o que quer fazer a partir de esse momento, aproveite essa reviravolta para fazer sorrir a sua mente. Se saiu de esse trabalho é porque há aí fora algum trabalho melhor à sua espera, tal como acontece também com os relacionamentos. Todos sofremos tanto quando acabamos um relacionamento, mas devia ser ao contrário, um relacionamento que nos torna infelizes é um relacionamento que não deve ser vivido mais, deve passar para outra fase, talvez de amizade. É tão bom ter amigos.

Às vezes fazemos tudo ao contrário. No caso dos relacionamentos: amamos o outro, mas se o amamos verdadeiramente, queremos que ele seja feliz e não pensamos muito em nós próprios. Se pensamos em nós, isso é egoísta da nossa parte, portanto se um relacionamento acaba, devemos ficar tranquilos, respirar a vida de novo e deixar o outro respirar. O amor nunca é egoísta. O amor é o todo. O todo respira liberdade, a liberdade confia, a confiança serena a nossa mente.

Devemos respeitar o espaço e as decisões que são tomadas, alguma situação melhor vai acontecer para nós e para eles. Quando estamos em ‘sintonia’ deixamos as coisas fluírem, fluímos com elas, porque estamos seguros e confiantes de que tudo vai correr pelo melhor.

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Yoga do Riso Séniores